No Espírito Santo de julho de 2026, uma pesquisa Quaest coloca Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula em um hipotético segundo turno — 42% contra 36% —, mas a margem de erro de três pontos transforma essa diferença em empate técnico. O levantamento, financiado pela Rede Gazeta e registrado na Justiça Eleitoral, é menos uma profecia do que um espelho do momento: um estado historicamente competitivo refletindo um país ainda em aberto, a mais de um ano das urnas.