Em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro reuniu diplomatas estrangeiros sob o pretexto de pedir transparência eleitoral — mas o apelo veio acompanhado de informações falsas sobre as urnas eletrônicas, extraídas de documentos da CIA divulgados pela gestão Trump. O episódio ecoa, com perturbadora precisão, o encontro que tornou seu pai inelegível. A história humana aqui é a de um padrão que se repete: a dúvida semeada diante de testemunhas internacionais, vestida com a linguagem da transparência.