Numa sala de diplomatas representando quase 50 países, o senador Flávio Bolsonaro voltou a afirmar que as urnas eletrônicas brasileiras teriam origem venezuelana — alegação que o Tribunal Superior Eleitoral já havia desmentido formalmente em nota oficial. O episódio revela como narrativas refutadas podem persistir nos circuitos do poder, especialmente quando dirigidas a audiências internacionais que raramente têm acesso às respostas institucionais. Ao repetir a estratégia que custou ao pai a inelegibilidade por oito anos, Flávio Bolsonaro coloca em circulação, mais uma vez, a dúvida como instr