No Brasil, onde a política frequentemente se herda como um sobrenome, Flávio Bolsonaro foi oficializado pelo Partido Liberal como candidato presidencial para enfrentar Lula em outubro — um confronto que encarna a tensão entre continuidade e ruptura que define o país neste momento. Filho do ex-presidente preso, o senador de 45 anos tenta encarnar uma versão mais suave de um legado poderoso, mas as pesquisas e os escândalos recentes sugerem que herdar um nome não é o mesmo que herdar uma força.