Em um hotel no Rio de Janeiro, dirigentes do futebol brasileiro se reuniram para debater algo que vai além das quatro linhas: quanto tempo o jogo realmente acontece. A CBF apresentou um estudo revelador sobre o tempo efetivo de bola rolando no Brasileirão, com o Flamengo liderando e o Red Bull Bragantino na última posição, enquanto novas regras contra a cera — testadas na Copa do Mundo — foram aprovadas. O dado mais profundo, porém, não está no topo da tabela: está na descoberta de que controlar o ritmo do jogo é uma arte tática, não necessariamente um vício.