Fiuk revela ter sido retirado de filme que idealizou e acusa ex-colegas de usar seu nome

Se tentaram tanto tirar meu sonho, é porque deve ser grande demais
Fiuk reafirma sua convicção sobre o filme de drift que idealizou, após ser removido do projeto.

Quando um artista planta uma semente criativa e outros colhem a colheita com seu nome na capa, emerge uma das tensões mais antigas da vida cultural: a disputa entre quem imagina e quem executa. Fiuk, ator e cantor de 35 anos, denunciou publicamente ter sido removido de um filme sobre drift que ele próprio idealizou, acusando ex-colaboradores de alterar o projeto, usar seu nome sem autorização e ignorar acordos estabelecidos. Sem contratos que o protejam, ele recorre às redes sociais para reivindicar o que considera seu — não apenas um crédito, mas uma história de vida transformada em arte.

  • Fiuk revelou nos Stories do Instagram que foi excluído de um filme sobre drift que ele mesmo concebeu, em uma denúncia que mistura traição pessoal e disputa criativa.
  • Ex-colaboradores teriam mudado o nome do projeto, alterado seus rumos e continuado usando o nome do artista em negociações sem qualquer autorização.
  • Sem contratos assinados, sem acesso às imagens gravadas e sem documentação formal, Fiuk se vê desarmado juridicamente diante de uma apropriação que ele descreve como deliberada.
  • Em vez de recuar, o artista reafirmou publicamente a paternidade intelectual da obra e prometeu recomeçar, sinalizando que uma ação legal pode estar no horizonte.
  • O caso expõe a fragilidade de projetos criativos construídos sobre confiança e acordos informais — e a vulnerabilidade de quem idealiza sem documentar.

Na noite de terça-feira, Fiuk usou o Instagram para denunciar o que chamou de uma traição criativa. O ator e cantor de 35 anos havia idealizado um filme sobre drift — o esporte automóvel que o fascinava desde 2006, quando assistiu a "Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio". Mas as pessoas que ele convidou para o projeto decidiram seguir adiante sem ele.

Pelos Stories, Fiuk descreveu como os ex-colaboradores mudaram os rumos da produção, alteraram o nome do filme e ignoraram os acordos estabelecidos. O mais perturbador: continuavam usando seu nome e seu conceito nas negociações, sem permissão e sem que ele tivesse qualquer acesso formal ao que estava sendo feito.

O filho de Fábio Jr. explicou que nunca havia recebido contratos ou documentação relacionada à produção — nem sequer as imagens que ele próprio havia gravado. Era como se tivessem apagado sua participação enquanto mantinham seu nome colado ao projeto, deixando-o sem ferramentas legais para se defender.

Mas Fiuk não se colocou como vítima. "Se tentaram tanto tirar o meu sonho de mim, é porque ele deve ser grande demais", escreveu, prometendo recomeçar com consciência, amor e justiça. A paixão pelo drift vinha de longe — das miniaturas de carros da infância às competições em autódromos, até ajudar a fundar uma federação da modalidade no Brasil.

O que resta agora é uma disputa de propriedade intelectual travada nas redes sociais, sem documentação que comprove seu direito criativo. Se haverá ação legal, e se o filme chegará às telas com ou sem seu crédito, ainda está por ser definido.

Na noite de terça-feira, Fiuk abriu as redes sociais para contar uma história de traição criativa. O ator e cantor de 35 anos havia idealizado um filme sobre drift — aquele esporte automóvel onde os pilotos deslizam propositalmente nas curvas, deixando a traseira do carro escapar e levantando fumaça na pista. Era um projeto que o fascinava há anos, desde que descobriu a modalidade em 2006 ao assistir "Velozes e furiosos: desafio em Tóquio". Mas quando chegou a hora de realizá-lo, as pessoas que ele havia convidado para a empreitada decidiram seguir adiante sem ele.

Pelo Instagram Stories, Fiuk descreveu o que havia acontecido com uma mistura de frustração e clareza. Aqueles com quem havia trabalhado mudaram os rumos do projeto, alteraram até mesmo o nome do filme, e ignoraram completamente os acordos que haviam sido feitos. Pior ainda: continuavam usando seu nome nas negociações, sua história, seu conceito — tudo sem sua permissão e sem que ele tivesse qualquer acesso formal ao que estava sendo feito.

O filho de Fábio Jr e irmão de Cleo Pires explicou que nunca havia recebido contratos ou documentação relacionada à produção. Não tinha em mãos as imagens que havia gravado, nenhum dos materiais que ele próprio havia criado. Era como se tivessem apagado sua participação enquanto mantinham seu nome colado ao projeto — uma apropriação que o deixou sem ferramentas legais para se defender.

Mas Fiuk não se apresentou como vítima. Em vez disso, reafirmou sua convicção sobre o que havia criado. "Se tentaram tanto tirar o meu sonho de mim, é porque ele deve ser grande demais", escreveu. Prometeu recomeçar quantas vezes fosse necessário, com consciência, com amor e com justiça. O filme era seu. A história era sua. Ninguém poderia mudar isso.

A paixão de Fiuk pelo drift vinha de longe. Desde criança, ele colecionava miniaturas de carros. Quando descobriu a modalidade de verdade, mergulhou fundo: frequentava competições, dirigia em autódromos e cartódromos, e eventualmente ajudou a criar uma federação de drift no Brasil. Para ele, era adrenalina pura. E quando decidiu transformar essa paixão em cinema, imaginava um projeto que capturasse exatamente isso — a velocidade, o risco, a técnica japonesa de derrapagem que se havia popularizado em todo o mundo através de videogames e filmes de ação.

O que restava agora era uma disputa sobre propriedade intelectual travada nas redes sociais, sem contratos que o protegessem, sem documentação que comprovasse seu direito criativo. Fiuk havia plantado uma semente e outros colhiam a colheita com seu nome na capa. A questão de como isso se resolveria — se haveria ação legal, se o filme sairia do forno com seu crédito ou sem ele — permanecia em aberto.

As pessoas que convidei para o projeto decidiram seguir com o projeto sem mim, mudar rumos, mudar até o nome do filme, e ignorar tudo o que foi combinado
— Fiuk, em publicação no Instagram Stories
Usando ainda meu nome sem meu consentimento e minha história em negociações
— Fiuk, acusando ex-colegas
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que você acha que eles decidiram tirar você do projeto se era sua ideia desde o começo?

Model

Não sei exatamente o que aconteceu nos bastidores. Houve um desentendimento com parte da equipe, mas os detalhes não ficaram claros. O que dói é que decidiram seguir sem mim e sem me contar.

Inventor

E você não tinha nada por escrito? Nenhum contrato que protegesse sua criação?

Model

Nada. Nunca recebi documentos formais, contratos, nada. Só tenho a história que criei e as imagens que gravei, mas nem acesso a isso tenho agora.

Inventor

Isso parece uma situação bem frágil para alguém que idealizou tudo.

Model

É. Por isso estou falando publicamente. Preciso deixar claro que aquilo é meu, que a história é minha, mesmo que tentem usar meu nome sem permissão.

Inventor

Você acha que consegue recuperar o controle do projeto de alguma forma?

Model

Vou recomeçar quantas vezes for preciso. Com consciência, com amor e com justiça. Se tentaram tanto tirar meu sonho, é porque deve ser grande demais.

Inventor

Mas enquanto isso, eles continuam usando seu nome nas negociações?

Model

Exatamente. Estão usando meu nome, minha história, tudo sem consentimento. É por isso que precisei falar agora.

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