Em junho de 2026, o Brasil registrou um recorde de 28 milhões de encomendas internacionais — o dobro do volume de um ano antes — após o governo eliminar a chamada taxa das blusinhas em maio. A decisão, apresentada como modernização do comércio digital, revelou a tensão perene entre a liberdade do consumidor e a proteção da produção nacional. Para a indústria têxtil, já pressionada por tarifas americanas de 25%, a medida transformou uma crítica antiga em nostalgia: a barreira que tanto combateram agora faz falta.