Brazil held on to a one-goal margin as the whistle came.
Na véspera de cada Copa do Mundo, o Brasil busca sinais em qualquer lugar que possa encontrá-los — na estatística, no instinto, ou, como desta vez, na inteligência artificial de um videogame. O FIFA 23 simulou o confronto entre Brasil e Coreia do Sul nas oitavas de final, entregando uma vitória brasileira por 3 a 2, com Richarlison e Raphinha como protagonistas. É um ritual moderno envolto numa tradição antiga: a bolinha de cristal ganhou pixels, mas a esperança que a consulta permanece a mesma.
- Com o jogo marcado para 5 de dezembro às 16h de Brasília, a tensão das oitavas de final já tomava conta dos bolões por todo o país.
- O FIFA 23 rodou a partida no modo Copa do Mundo sem interferência humana, deixando a IA decidir cada lance em nível de dificuldade internacional.
- Richarlison abriu e ampliou o placar ainda no primeiro tempo, mas Hwang In-beom respondeu duas vezes, mantendo a Coreia do Sul viva até os 88 minutos.
- Raphinha marcou o terceiro gol brasileiro no segundo tempo, e a seleção segurou a vantagem mínima até o apito final, avançando na simulação por 3 a 2.
Com o Brasil prestes a enfrentar a Coreia do Sul nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2022, a pergunta de sempre pairava no ar: quem vai ganhar? Para os amantes de bolão, o FIFA 23 ofereceu uma resposta — simulando o confronto no modo Copa do Mundo, sem nenhuma intervenção manual, deixando a inteligência artificial do jogo conduzir cada decisão.
O resultado foi favorável ao Brasil, mas longe de tranquilo. Richarlison, o artilheiro carinhosamente apelidado de Pombo, marcou duas vezes ainda na primeira etapa. A Coreia do Sul não se entregou: Hwang In-beom descontou antes do intervalo, mantendo a partida em aberto. No segundo tempo, Raphinha ampliou para 3 a 1, mas Hwang voltou a balançar as redes aos 88 minutos, deixando tudo no fio da navalha até o apito final.
A simulação entregou o que sempre entrega: uma possibilidade entre muitas, não uma certeza. O jogo de verdade dependeria de jogadores de verdade, sob pressão de verdade, num gramado real no Qatar. Mas para quem precisava de um palpite para o bolão, o FIFA 23 já havia dado o seu: Brasil nas quartas de final.
Brazil's Round of 16 matchup against South Korea was scheduled for Monday, December 5th at 4 p.m. Brasília time, and like every World Cup, the question hanging over the country was simple: who wins? FIFA 23 had an answer.
World Cup pools are a Brazilian tradition. People place bets on outcomes using whatever method they can justify—statistical analysis, gut feeling, or in this case, letting a video game play out the match on its own. The simulation ran the Brazil versus South Korea fixture in World Cup mode, with no manual interference, the game's artificial intelligence handling every decision at international difficulty level.
The result favored the Brazilians, though not by much. Richarlison, the striker beloved enough to earn a nickname meaning "pigeon," opened the scoring in the 26th minute and doubled the lead three minutes later. South Korea answered before halftime when Hwang In-beom pulled one back at the 45-minute mark, keeping the match competitive heading into the second half.
Raphinha extended Brazil's advantage to 3-1 in the 67th minute of the second half. Hwang In-beom struck again in the 88th minute to make it 3-2, but South Korea ran out of time to complete the comeback. The final whistle came with Brazil holding on to a one-goal margin.
The simulation offered what it always does: a plausible outcome, nothing more. The actual match would depend on real players making real decisions under real pressure, on a real pitch in Qatar. But for those filling out their World Cup betting sheets, FIFA 23 had cast its vote. Brazil would advance.
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Why does a video game simulation matter for a real World Cup match?
It doesn't, really—not in any predictive sense. But it's a tradition. People want to guess the outcome, and FIFA gives them a way to do it that feels more authoritative than a coin flip.
So this is just entertainment?
Mostly, yes. Though there's something oddly satisfying about watching the game play itself out. You're not controlling it. The AI decides everything.
Did the simulation feel realistic?
The match was close—only a one-goal margin. South Korea scored twice, which suggests the game didn't treat them as pushovers. It felt competitive, which is probably more honest than a blowout would have been.
What happens if Brazil actually loses on Monday?
Then FIFA 23 was wrong, and people will make jokes about it. But that's the whole point—you can't know until the real match is played.