Há doenças que machucam sem deixar marcas visíveis — e é justamente essa invisibilidade que torna a fibromialgia tão difícil de carregar. Ao inserir a síndrome na trajetória da personagem Elisa em 'Quem Ama Cuida', a televisão brasileira empresta rosto e voz a uma condição que afeta milhões de pessoas, sobretudo mulheres, que convivem anos com dor crônica, fadiga e ceticismo alheio antes de receberem um diagnóstico. A ficção, aqui, cumpre um papel que a medicina ainda luta para alcançar: fazer o sofrimento invisível ser visto.
Fibromialgia ganha visibilidade em 'Quem Ama Cuida' e amplia debate sobre síndrome
Pessoas com fibromialgia enfrentam limitações significativas nas atividades diárias, impacto emocional com ansiedade e depressão, além de enfrentar preconceitos pela falta de visibilidade da doença.