O FGTS, fundo que guarda a poupança compulsória de milhões de trabalhadores formais brasileiros, encerrou 2025 com um lucro de R$ 14,7 bilhões — e agora devolve cerca de 90% desse resultado, R$ 13,02 bilhões, aos cotistas que tinham saldo em 31 de dezembro. O repasse, proporcional ao saldo individual de cada trabalhador, será depositado pela Caixa Econômica Federal até o fim de agosto, sem possibilidade de saque imediato, mas engrossando o patrimônio disponível para o futuro. É um momento raro em que o fundo retribui, de forma concreta, a confiança depositada por quem contribui ao longo de ano