A cada ano, o FGTS transforma parte de seus rendimentos em um gesto silencioso de partilha: nesta terça-feira, o Conselho Curador decide se R$ 13 bilhões serão distribuídos automaticamente entre 138 milhões de trabalhadores brasileiros que tinham saldo no fundo ao fim de 2025. Desde 2016, essa prática converteu o fundo de mera garantia trabalhista em instrumento de participação nos frutos do capital coletivo. O dinheiro chega sem que ninguém precise pedir — mas só pode ser tocado nos momentos em que a vida exige.