A cada ano, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço transforma seus lucros em pequenas parcelas de reconhecimento depositadas silenciosamente nas contas de milhões de trabalhadores brasileiros. Nesta terça-feira, o Conselho Curador decide sobre a distribuição de cerca de R$ 13 bilhões — uma prática que, desde 2016, converteu os rendimentos coletivos do fundo em benefício individual para quem contribuiu. É o mercado financeiro devolvendo, em frações proporcionais, aquilo que o trabalho acumulou.