Na sétima rodada de negociação coletiva, os bancos brasileiros apresentaram uma proposta que congela o piso salarial dos bancários e fragmenta a categoria em faixas com reajustes distintos — uma estratégia que os sindicatos interpretaram não como oferta, mas como provocação. A CONTEC e aliados rejeitaram a proposta de forma unânime, denunciando que o setor financeiro, mesmo registrando lucros expressivos, escolhe dividir trabalhadores enquanto fecha agências e elimina empregos. O impasse revela uma tensão mais profunda: a distância entre a prosperidade das instituições e as condições de quem a
Fenaban congela piso e proposta de reajuste escalonado é rejeitada pela CONTEC
Fechamento de 67 agências em julho de 2026 resultou em desemprego de milhares de bancários no país.