Por décadas, o controle do colesterol elevado dependeu de comprimidos de estatinas ou, nos casos mais graves, de injeções periódicas caras e incômodas. Esta semana, a FDA aprovou o Lipfendra — o primeiro inibidor de PCSK9 em forma de comprimido —, abrindo uma nova via para pacientes que precisam de reduções mais agressivas do colesterol LDL, mas que encontravam barreiras de custo e praticidade no caminho. A aprovação não encerra todas as perguntas sobre prevenção cardiovascular a longo prazo, mas sinaliza que o acesso a tratamentos potentes pode estar se tornando menos exclusivo.