FC Porto bate Vizela e marca encontro com Sporting nas meias-finais

No segundo tempo, o Porto foi simplesmente mais rápido
Após um primeiro tempo equilibrado, a equipa de Sérgio Conceição dominou a segunda metade e marcou dois golos.

Na noite de quarta-feira, o FC Porto confirmou a sua passagem às meias-finais da Taça de Portugal ao superar o Vizela por 3-1, numa partida que espelhou a diferença de recursos entre as duas equipas — agravada pelas 16 ausências no plantel minhoto, nove delas por coronavírus. O equilíbrio da primeira metade cedeu lugar à supremacia portista após o intervalo, abrindo caminho para um clássico com o Sporting que, entre março e abril, poderá definir quem aspira ao troféu.

  • O Vizela chegou ao jogo fragilizado por 16 ausências, incluindo nove casos de coronavírus, mas ainda assim ameaçou os dragões na primeira metade.
  • Após o empate de Cassiano, que expôs uma hesitação defensiva do Porto, o jogo manteve-se em aberto e com tensão real até ao intervalo.
  • Na segunda parte, o Porto acelerou, pressionou com insistência e converteu um penálti por Fábio Vieira para recuperar a vantagem aos 65 minutos.
  • Marchesín travou o empate de Igor Julião aos 79 minutos, preservando a margem portista num momento em que o Vizela ainda resistia.
  • Evanilson selou o resultado aos 89 minutos de cabeça, confirmando a superioridade dos dragões e garantindo o duelo com o Sporting nas meias-finais.

O FC Porto derrotou o Vizela por 3-1 nos quartos de final da Taça de Portugal, numa partida que começou equilibrada e terminou com clara dominância dos dragões. Uribe abriu o marcador aos oito minutos, aproveitando a ressaca de um canto, mas o Vizela respondeu cinco minutos depois com Cassiano, que fez um chapéu sobre Marchesín após uma hesitação de Mbemba.

A equipa de Álvaro Pacheco chegou ao jogo com seis alterações forçadas no onze, fruto de 16 ausências no plantel — nove delas por coronavírus. Apesar das limitações, os minhotes incomodaram o Porto durante a primeira metade, com Raphael Guzzo a rasar a trave aos 19 minutos.

Após o intervalo, o Porto assumiu o controlo. Fábio Vieira converteu um penálti aos 65 minutos para recolocar os dragões em vantagem, e Marchesín foi decisivo aos 79 minutos ao negar o empate a Igor Julião. Evanilson fechou a contagem aos 89 minutos com um cabeceamento certeiro, sentenciando o resultado.

O triunfo garante ao Porto um clássico com o Sporting nas meias-finais, com a primeira mão agendada entre 1 e 3 de março e a segunda entre 19 e 21 de abril — um confronto que promete definir um dos finalistas da Taça de Portugal.

O FC Porto avançou para as meias-finais da Taça de Portugal na noite de quarta-feira, derrotando o Vizela por 3-1 num jogo dos quartos de final que começou equilibrado mas terminou com clara supremacia dos dragões. A vitória garante um confronto com o Sporting na próxima fase, um clássico que promete intensidade e que será disputado em duas mãos entre março e abril.

O primeiro tempo foi marcado por alternâncias de domínio e um golo para cada lado. Uribe abriu o marcador para o Porto aos oito minutos, aproveitando a ressaca de um canto onde a bola saltitava pela área. O remate potente do médio colombiano contrastava com o arranque algo lento da equipa de Sérgio Conceição, mas o Vizela não se deixou intimidar. Cinco minutos após o golo sofrido, os minhotes igualaram através de Cassiano, que aproveitou uma hesitação de Mbemba na defesa para fazer um chapéu sobre Marchesín e marcar o seu quarto golo da temporada.

O Vizela chegou a este jogo com um onze modificado em seis posições, resultado de 16 ausências no plantel — nove delas causadas por casos de coronavírus. Apesar das limitações, a equipa treinada por Álvaro Pacheco manteve um ímpeto atacante que incomodou os portistas durante a primeira metade. Raphael Guzzo teve uma oportunidade clara aos 19 minutos, com um disparo que rasou a trave por centímetros, enquanto Igor Julião ainda teria tempo para criar um susto na segunda parte.

A mudança de cenário chegou após o intervalo. O Porto acelerou o ritmo e passou a dominar territorialmente, pressionando a baliza do Vizela com regularidade. Evanilson esteve perto de ampliar aos 47 minutos, com um remate ao poste, e Fábio Vieira desperdiçou outra ocasião aos 51. O Vizela ainda causou um susto aos 57 minutos, com Raphael Guzzo a rematar à boca da baliza, mas a equipa de Conceição estava claramente melhor e mais veloz.

O segundo golo do Porto chegou aos 65 minutos através de Fábio Vieira, que converteu um penálti após uma mão de Evrard Zag na área. Com a vantagem recuperada e o Vizela forçado a assumir a iniciativa atacante, o Porto aproveitou os espaços deixados para criar novas oportunidades. Marchesín ainda negou o empate a Igor Julião aos 79 minutos, numa defesa importante que manteve a vantagem portista. Evanilson fechou a contagem aos 89 minutos com um cabeceamento oportuno no coração da área, selando uma vitória que reflete a diferença entre as duas equipas na segunda metade.

O clássico entre Porto e Sporting nas meias-finais será disputado em duas mãos, com a primeira mão agendada para entre 1 e 3 de março e a segunda entre 19 e 21 de abril. O confronto promete ser intenso, reunindo dois dos principais candidatos à conquista da Taça de Portugal.

Cassiano marcou o seu quarto golo da temporada ao fazer um chapéu sobre Marchesín
— Relato do jogo
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

O Vizela chegou a este jogo com nove jogadores ausentes por coronavírus. Como é que uma equipa consegue competir nessas circunstâncias?

Model

É praticamente impossível. O Vizela fez o que pôde com seis alterações no onze, e até teve momentos bons na primeira metade — Raphael Guzzo quase marcava, Cassiano igualou. Mas no segundo tempo, quando o Porto acelerou, as ausências fizeram-se sentir. Não havia profundidade no banco, não havia opções.

Inventor

O Porto começou lento, segundo o relato. Porque é que Sérgio Conceição deixou a equipa assim?

Model

Talvez tenha sido intencional, ou talvez o Vizela tenha começado bem. O facto é que o Porto sofreu um golo cedo, mas não se deixou abalar. Marchesín estava atento, a defesa ajustou-se. E depois, no segundo tempo, foi uma questão de velocidade e qualidade — o Porto é simplesmente mais rápido.

Inventor

Fábio Vieira marcou de penálti. Mas antes disso, o Vizela tinha tido oportunidades reais.

Model

Sim, o Vizela criou perigo genuíno. Raphael Guzzo aos 19 minutos, Igor Julião aos 79 — foram ocasiões claras. Mas é assim que funciona: o Vizela teve as suas chances, o Porto foi mais eficaz nas suas. No futebol, a qualidade acaba por contar.

Inventor

O que muda agora com o Sporting nas meias-finais?

Model

Tudo. O Sporting é um adversário completamente diferente — tem profundidade, tem qualidade em todas as posições, não tem as limitações que o Vizela tinha. Será um clássico verdadeiro, disputado em duas mãos. O Porto vai ter de estar muito mais concentrado.

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