Em Sorocaba, uma farmácia pública especializada ficou quinze dias sem somatropina, deixando pacientes com deficiências hormonais sem acesso a um tratamento contínuo e insubstituível. A Secretaria de Estado da Saúde reconheceu o atraso e apontou o Ministério da Saúde como responsável pela demora no envio das remessas — revelando, mais uma vez, a fragilidade estrutural de um sistema onde a divisão de responsabilidades entre esferas de governo pode se tornar, na prática, uma zona de ninguém. O medicamento foi reabastecido, mas a pergunta que permanece é mais antiga do que este episódio: por que o
Farmácia de Alto Custo de Sorocaba registra atraso de 15 dias na distribuição de somatropina
Pacientes dependentes de somatropina ficaram sem acesso ao medicamento por até 15 dias, impactando continuidade do tratamento.