No Caen, um clube francês em reconstrução, a família Mbappé — liderada por Fayza Lamari — introduziu uma proibição de telemóveis no centro de formação, apostando que o silêncio dos ecrãs pode devolver a voz à convivência humana. É um gesto pequeno com ambição grande: a ideia de que formar jogadores começa antes do treino, no modo como jovens aprendem a estar uns com os outros. Num tempo em que o dinheiro é frequentemente confundido com solução, o Caen propõe que a cultura e a continuidade valem mais do que o investimento imediato.