Quando Keith Lott morreu de morte cerebral em Nova Jersey, sua família esperava enfrentar apenas o peso do luto. Em vez disso, deparou-se com uma instituição que contestava a validade da decisão do próprio homem de cancelar seu registro como doador de órgãos — uma decisão tomada por convicção religiosa. O caso revelou como sistemas burocráticos podem sobrepor-se à autonomia individual no momento mais vulnerável, e resultou em legislação que exige a consulta de dados atualizados antes de qualquer procedimento de doação.
Família enfrenta pressão para doar órgãos após morte de homem durante relação sexual
Morte de Keith Lott aos 47 anos durante relação sexual; família sofreu pressão institucional e angústia emocional durante processo de morte cerebral.