O cansaço que acompanha o esforço físico não é uma experiência uniforme — ele nasce de lugares distintos no corpo humano, cada um com sua própria linguagem fisiológica. A fadiga muscular fala através das células que perdem combustível; a fadiga central fala através de um sistema nervoso que reduz seus próprios comandos. Reconhecer essa diferença é, em última análise, aprender a escutar o corpo com mais precisão — e responder a ele com mais sabedoria.