Em um momento em que a soberania judicial encontra a pressão econômica global, o presidente do STF, ministro Fachin, declarou que o tribunal brasileiro não cederá a influências externas — mesmo diante de tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A tensão emergiu após o STF estabelecer novas responsabilidades para plataformas digitais como Meta e Google operarem no país, medida que Washington interpretou como hostilidade a empresas americanas. O que se desenha não é apenas uma disputa comercial, mas um confronto de princípios: de um lado, a independência do Judici