Em Pequim, fabricantes chinesas de robôs humanoides apresentaram máquinas já inseridas em armazéns, linhas de montagem e residências — não como promessas, mas como ferramentas em operação. A estreia da Unitree na bolsa de Xangai, com demanda 8 mil vezes superior à oferta, revela que o mercado enxerga nessa transição não uma aposta futura, mas uma realidade presente. O que antes era vitrine tornou-se chão de fábrica, e o ritmo acelerado da China — ciclos de desenvolvimento de seis a oito meses — está redefinindo o que o mundo espera da inovação robótica.