Há 66 milhões de anos, um asteroide reconfigurou a vida na Terra em questão de horas — e a ciência continua descobrindo que esse momento foi ainda mais violento do que imaginávamos. Novos estudos revelam que uma camada de poeira ultrafina amplificou o calor inicial do impacto em 3,5 vezes, incendiando a vegetação planetária e expondo animais terrestres a temperaturas 17 vezes acima do limite letal humano. A cada nova análise, a fronteira geológica K–Pg se revela não apenas como um marco do tempo, mas como o registro de uma catástrofe de uma brutalidade que desafia a imaginação.