No Brasil, a transição energética encontrou uma sombra inesperada: consumidores e pequenos negócios que ampliam painéis solares sem autorização, buscando preservar subsídios e reduzir custos, enquanto a rede elétrica absorve uma carga não planejada cujo tamanho real permanece em disputa. Entre estimativas que variam de 88 megawatts a 14,6 gigawatts, o país se vê diante de uma questão que transcende a técnica — é sobre como regular uma transformação que avança mais rápido do que as instituições conseguem acompanhar. A Aneel e o governo caminham em busca de respostas, sabendo que a resposta erra