Um estudo com quase 90 mil participantes revela que o corpo humano não funciona como um sistema de compensações simples: passar mais de dez horas diárias sentado eleva o risco cardiovascular mesmo entre quem se exercita regularmente. A ciência, publicada no Journal of the American College of Cardiology, convida a repensar não apenas quanto nos movemos, mas como distribuímos esse movimento ao longo da vida cotidiana. O que está em jogo não é a academia, mas a textura inteira do dia.
Exercício não compensa totalmente risco de sedentarismo prolongado, aponta estudo
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