Em Rondônia, um ex-juiz substituto foi formalmente denunciado ao Tribunal de Justiça por ter colocado sua autoridade a serviço de uma organização criminosa entre 2023 e 2024 — compartilhando celulares com detentos, entregando senhas funcionais a terceiros e exigindo a entrada de pessoa não autorizada em presídio. O caso revela como a toga, símbolo da ordem, pode ser convertida em instrumento de sua própria subversão. O Ministério Público, ao processar um magistrado sem distinção de cargo, reafirma que nenhuma posição no sistema de justiça está acima da lei.
Ex-juiz é denunciado por favorecer criminosos em presídio com celular e acesso a sistemas
Crimes facilitados por magistrado beneficiaram integrantes de organização criminosa, comprometendo segurança prisional e acesso a processos sob sigilo de justiça.