Em mais um capítulo da rivalidade tecnológica entre as duas maiores potências do mundo, Washington proibiu a importação de robôs humanoides estrangeiros, medida que recai sobretudo sobre a China — responsável por nove em cada dez unidades enviadas ao mercado global. A justificativa oficial invoca segurança nacional e riscos de vigilância digital, mas o gesto também protege fabricantes americanos ainda incapazes de produzir em escala. O que uma nação chama de defesa, a outra chama de bloqueio — e entre máquinas que caminham como humanos, a fronteira entre tecnologia e geopolítica se torna cada