Pelo 12º dia consecutivo, as forças americanas atacaram instalações militares iranianas no Golfo Pérsico, numa campanha que transcende a lógica de uma escaramuça bilateral para se tornar uma questão de ordem marítima global. Washington age sob a justificativa de proteger rotas comerciais vitais, enquanto Teerã, pressionada e advertida publicamente pelo presidente Trump, pondera respostas que poderiam reconfigurar o equilíbrio de poder em toda a região. O mundo observa, sabendo que o Estreito de Ormuz não é apenas uma passagem geográfica — é uma artéria da economia global.