Pela décima primeira noite consecutiva, as forças americanas bombardearam alvos militares iranianos, numa campanha que começou como proteção ao comércio marítimo no Estreito de Ormuz e avança, passo a passo, em direção a uma confrontação de dimensões nucleares. O que se apresenta como defesa da navegação comercial carrega, em seu horizonte, a sombra de uma escalada que nenhuma das partes parece capaz — ou disposta — a conter.