Em março, drones iranianos de precisão incomum atingiram instalações sigilosas da CIA no Golfo Pérsico — e a pergunta que agora paira sobre Washington não é apenas quem atacou, mas quem ajudou a apontar. A investigação americana sobre um possível papel russo na definição dos alvos revela algo mais amplo: a convergência estratégica entre Moscou e Teerã pode estar se traduzindo em operações conjuntas contra a inteligência americana, com consequências que ainda não foram totalmente compreendidas.