No cruzamento de três frentes de conflito simultâneas — Irã, Ucrânia e o espectro de Taiwan — os Estados Unidos se veem diante de uma verdade que as grandes potências raramente admitem em voz alta: os recursos têm limites. A convocação de Trump aos líderes da indústria de defesa em julho não foi apenas uma reunião executiva, mas um sinal de que a matemática da guerra moderna pode estar superando a capacidade americana de sustentá-la. A questão não é de coragem ou intenção, mas de produção, tempo e a distância entre o que se consome e o que se consegue repor.