Em um momento de reposicionamento estratégico, a Colômbia — maior produtora de cocaína do mundo — abriu seu território para operações militares conjuntas com os Estados Unidos, sob a liderança de um novo presidente que rejeita negociações com grupos armados. O anúncio, feito pelo secretário de Defesa americano Pete Hegseth durante reunião da coalizão 'Escudo das Américas' no Panamá, vem acompanhado de um investimento de US$ 1 bilhão e marca uma escalada significativa na guerra contra o narcotráfico — não mais como questão policial, mas como confronto militar de alcance regional.
EUA e Colômbia anunciam operações militares conjuntas contra narcotráfico
Aproximadamente 25 mil pessoas vinculadas a organizações criminosas financiadas pelo narcotráfico atuam na Colômbia, conforme dados de 2025.