A poucos dias de uma delegação turca visitar a base aérea síria de Abu al-Duhur para ajudar na sua reativação, Israel bombardeou-a em oito ataques noturnos — e os EUA responderam com uma condenação rara e direta ao seu aliado. O episódio revela uma fissura crescente entre Washington e Jerusalém sobre como interpretar a nova Síria: ameaça a neutralizar ou parceiro a cultivar. No fundo, o que está em jogo não é apenas uma pista de aviação danificada, mas a visão de quem tem o direito de definir a estabilidade no Médio Oriente.