Em um momento em que a ordem nuclear global enfrenta pressões crescentes, os Estados Unidos firmaram com a Arábia Saudita um acordo de cooperação atômica de 30 anos que abre portas para o enriquecimento de combustível civil, mas sem as salvaguardas internacionais mais exigentes já aplicadas a outros parceiros. O pacto reflete uma escolha estratégica de Washington: manter influência sobre o programa nuclear saudita, ainda que ao custo de aceitar um nível de supervisão abaixo do considerado ideal. No horizonte, as declarações do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman sobre buscar armamento nuclea