O Ethereum cruzou novamente a marca de 10% de dominância no mercado cripto, um limiar que carrega peso histórico e psicológico para o segundo maior ativo digital do mundo. Sem um catalisador único e evidente, a recuperação foi sustentada por compras institucionais disciplinadas, um ambiente macroeconômico que se tornou gradualmente mais favorável e uma estrutura de derivativos que sugere convicção, não euforia. É o tipo de movimento que os mercados fazem quando a confiança se reconstrói em silêncio — não com fanfarra, mas com acumulação.