Hepatite A ressurgiu no Brasil através de nova via de transmissão oral/anal, especialmente entre homens que fazem sexo com homens, expandindo-se para populações não vacinadas. Hepatites B e C permanecem as mais frequentes, com transmissão principalmente sexual e por sangue; hepatite C agora curável em 95% dos casos com novos tratamentos.
Estudo mapeia hepatites virais no Brasil com análise de 200 pesquisas em 11 anos
Hepatite D afeta populações de baixo nível socioeconômico na Amazônia com alta mortalidade; hepatite A circula em populações encarceradas com soroprevalência de 88,1%.