No cruzamento entre genética e neurociência, pesquisadores da Icahn School of Medicine at Mount Sinai revelaram que o cérebro humano carrega, em suas próprias células imunes, mecanismos de defesa contra o Alzheimer que até agora permaneciam mal compreendidos. Ao mapear mais de 830 mil células de 1.607 doadores, o estudo publicado na Nature Genetics identificou subtipos de microglia com capacidade protetora real — não destrutiva — que se intensifica justamente quando a doença avança. Essa descoberta convida a ciência a olhar não apenas para o que destrói o cérebro, mas para o que, silenciosamen