Em algum lugar entre Marco Aurélio e os algoritmos de inteligência artificial, pesquisadores descobriram que o conteúdo da mente humana — mais do que renda, idade ou estado civil — molda a experiência de felicidade. Um estudo acompanhou centenas de americanos ao longo do dia, mapeou seus fluxos de pensamento e identificou quatro perfis distintos de pensadores, cada um com sua própria relação com o bem-estar. A ciência não afirma que pensar bem garante ser feliz, mas sugere, com dados, que o que habita a mente é um espelho fiel do que habita a vida.