Por trás do declínio silencioso que o Alzheimer impõe a milhões de pessoas, uma metanálise reunindo dados de mais de 2.600 pacientes confirma que o cérebro adoecido carrega marcas inflamatórias mensuráveis — moléculas como TGF-beta, MCP-1 e YKL-40 elevadas no líquido que banha o sistema nervoso central. A descoberta, publicada na Frontiers in Immunology, reforça que a doença não é apenas acúmulo de proteínas anormais, mas também um fogo lento e crônico que vai consumindo o tecido neural ao longo dos anos. Compreender essa dimensão inflamatória é um passo que aproxima a ciência de ferramentas m