Na manhã de um sábado em Florianópolis, um simples estouro elétrico em uma tomada tornou-se o elo entre o desastre e a salvação. Uma moradora, atenta ao som vindo da fiação enquanto carregava o celular, desceu para investigar e encontrou fumaça densa escapando do apartamento vazio abaixo do seu — um gesto de curiosidade que, naquele momento, valeu por uma sirene. O fogo, iniciado por falha elétrica em um quarto com equipamentos de energia, foi contido não por intervenção humana imediata, mas pela própria ausência de ar no ambiente fechado, lembrando que a natureza, por vezes, também age como g