Em Espinho, o fim de um programa de mobilidade partilhada iniciado em 2022 com promessas de sustentabilidade revela uma tensão antiga nas cidades modernas: a distância entre a intenção de inovar e as consequências reais no espaço que todos partilham. A câmara encerra sexta-feira o acordo com a empresa Byrd, argumentando que bicicletas e trotinetas abandonadas sem ordem se tornaram obstáculos à circulação de peões, pessoas com mobilidade reduzida e utilizadores de cadeiras de rodas. O que nasceu como solução ecológica termina como lição sobre os limites da inovação quando desacompanhada de disc