Na segunda-feira, um terremoto de magnitude 7,4 abalou o oeste da Colômbia, somando-se a uma série de nove grandes tremores registrados globalmente entre março e agosto. Diante da inquietação pública, a geociências convida à serenidade: a professora Susanne Maciel, da Universidade de Brasília, lembra que agrupamentos de eventos sísmicos são previstos pela própria estatística da aleatoriedade, e não indicam que a Terra atravessa uma crise tectônica inédita. O planeta segue seu ritmo antigo — imprevisível no detalhe, compreensível no padrão.