Espanha avança com a maior reforma antitabágica em duas décadas, propondo proibir o consumo de tabaco e vapes a menores e alargar as zonas livres de fumo a praias, esplanadas e eventos ao ar livre. O projeto, aprovado em Conselho de Ministros, reflete uma vontade coletiva de proteger gerações mais jovens dos danos do tabaco — mas a sua concretização depende de um Parlamento dividido, onde o apoio dos principais partidos permanece incerto. É o momento em que a saúde pública e a política se encontram num corredor estreito, à espera de passagem.