No plenário da Comissão de Direitos Humanos, a deputada Erika Hilton transformou um debate sobre o Dia Nacional do Acarajé em um confronto sobre memória e responsabilidade política. Ao chamar o PL de 'partido da Papuda Lotada', ela não apenas respondeu a uma colega — ela nomeou uma contradição que atravessa o discurso da direita brasileira: o mesmo campo que celebrava punição severa agora reivindica compaixão para os seus. A história, como costuma fazer, cobrou o preço da coerência.
Erika Hilton chama PL de 'partido da Papuda Lotada' em crítica a Bolsonaro
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