Psicólogo em formação lança autobiografia sobre superação e resiliência

Autor vivenciou abandono ao nascimento, violência doméstica, luto pela perda da mãe adotiva e enfrentamento de preconceito durante infância e juventude.
Mesmo após ausências profundas, recomeços são sempre possíveis
A mensagem central que Keven Prates oferece em sua autobiografia para leitores que enfrentam traumas e abandono.

Há histórias que nascem do silêncio imposto e se tornam voz para muitos. Keven Prates, estudante de psicologia, cresceu entre abandonos e violências, mas escolheu transformar essa matéria bruta em livro — uma autobiografia que interroga o quanto o passado precisa determinar o futuro. Lançada gratuitamente, a obra é tanto um testemunho pessoal quanto um gesto coletivo: a crença de que compreender a própria dor é o primeiro passo para não ser por ela definido.

  • Abandonado ao nascer e criado pela avó, Keven Prates enfrentou violência doméstica, luto e preconceito antes mesmo de chegar à vida adulta.
  • A acumulação de perdas — incluindo a morte da mulher que considerava sua mãe — criou fraturas profundas que exigiram reconstrução constante de identidade e pertencimento.
  • A escolha pela Psicologia surgiu não apenas como carreira, mas como instrumento de autocompreensão diante de uma trajetória que poderia ter permanecido sem sentido.
  • O livro de 17 capítulos foi disponibilizado gratuitamente na Amazon, sinalizando que o autor quer alcançar justamente quem mais precisa e menos pode pagar.
  • A obra posiciona recomeços não como exceção heroica, mas como possibilidade real — uma mensagem direcionada a quem carrega traumas e duvida do próprio futuro.

Keven Prates não teve a infância que merecia. Abandonado logo após o nascimento, foi criado pela avó e atravessou anos marcados por violência doméstica, perdas e a necessidade de se reconstruir repetidamente. Agora, como estudante de psicologia, ele transformou essa trajetória em autobiografia — não para despertar pena, mas para oferecer perspectiva.

O livro se chama "Entre Ausências e Recomeços – O menino que nasceu sem colo e se fez casa em si mesmo" e percorre, em 17 capítulos, os episódios centrais de sua vida: o abandono inicial, a criação pela avó, a violência que marcou seu lar, o luto pela morte da mulher que considerava sua mãe, o preconceito enfrentado e, por fim, o encontro com a Psicologia como ferramenta de autoconhecimento.

O que distingue a obra é sua intenção. Prates escreve para dialogar com leitores que conhecem abandono e se perguntam se a dor vivida precisa ser o destino que os define. A resposta que ele oferece é direta: não precisa. Ao longo da narrativa, reflete sobre saúde mental, pertencimento e a capacidade humana de se reconstruir, destacando o papel do acolhimento genuíno e do cuidado psicológico como caminhos concretos.

A obra está disponível gratuitamente na Amazon e em versão digital pelo Instagram do autor — uma escolha que revela compreensão essencial: quem mais precisa dessa história talvez seja quem menos tem recursos para comprá-la. Ainda em formação, Prates já demonstra maturidade rara: a de transformar fragmentos de uma vida quebrada em conhecimento que pode servir a outros.

Keven Prates cresceu sem o colo que toda criança merecia. Abandonado logo após o nascimento, criado pela avó, atravessou infância e adolescência marcadas por violência doméstica, perdas devastadoras e a necessidade constante de reconstruir o que lhe era arrancado. Agora, como estudante de psicologia, ele transformou essa trajetória em livro — uma autobiografia que não apenas narra o sofrimento, mas o reposiciona como matéria-prima para compreensão e esperança.

"Entre Ausências e Recomeços – O menino que nasceu sem colo e se fez casa em si mesmo" é o título que Prates escolheu para sua obra. Dividido em 17 capítulos, o livro percorre episódios que definiram sua vida: o abandono inicial, a criação pela avó, os episódios de violência que marcaram seu lar, o luto pela morte da mulher que considerava sua mãe, o preconceito enfrentado, as tentativas de reconstruir laços familiares e, finalmente, o encontro com a Psicologia como ferramenta de autocompreensão.

O que distingue este relato de tantos outros sobre trauma é sua intenção deliberada. Prates não escreve apenas para exorcizar demons pessoais. Ele escreve para dialogar com leitores que conhecem abandono, que carregam traumas, que se perguntam se a dor que viveram precisa ser o destino que as define. A mensagem central é simples mas radical: não precisa ser. Mesmo após ausências profundas, recomeços são possíveis.

Ao longo da narrativa, Prates reflete sobre temas que ultrapassam sua história individual — saúde mental, resiliência, o significado de pertencimento, a capacidade humana de se reconstruir diante de adversidades que parecem intransponíveis. Ele destaca, também, o papel crucial do acolhimento genuíno, da educação e do cuidado psicológico como caminhos concretos para essa reconstrução. Não é um livro de autoajuda vazio. É um testemunho que aponta para estruturas — humanas e profissionais — que importam.

A obra está disponível gratuitamente na plataforma Amazon, democratizando o acesso a uma história que poderia tocar muitas pessoas. Há também uma versão digital acessível pelo perfil @kevenprattes no Instagram. A escolha de oferecer o livro sem custo sugere que Prates compreende algo essencial: quem mais precisa ler essa história talvez seja quem menos tem recursos para comprá-la.

O lançamento marca um momento particular na vida de seu autor. Ainda em formação como psicólogo, Prates já demonstra compreensão madura sobre o próprio percurso — não como vítima que merece pena, mas como alguém que transformou fragmentos de uma vida quebrada em conhecimento que pode servir a outros. A autobiografia é, portanto, também um ato de generosidade: o compartilhamento de ferramentas que ele mesmo usou para sobreviver e, depois, para prosperar.

O livro propõe reflexão sobre saúde mental, resiliência, pertencimento e a capacidade de recomeçar mesmo diante das maiores adversidades
— Descrição da obra de Keven Prates
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Por que um estudante de psicologia ainda em formação sente necessidade de publicar sua história agora, e não depois de formado?

Model

Porque a história não espera. E porque há pessoas sofrendo agora que precisam saber que é possível sair do buraco. A formação em psicologia não torna a história mais verdadeira — apenas oferece linguagem para compreendê-la melhor.

Inventor

O livro é gratuito. Isso é escolha ideológica ou estratégia de alcance?

Model

Provavelmente as duas coisas. Se você viveu abandono, violência, precariedade, dinheiro é sempre escasso. Oferecer o livro de graça é reconhecer isso. É também dizer: essa história não é mercadoria, é ponte.

Inventor

Há risco em expor tanto de si mesmo publicamente? Vulnerabilidade dessa magnitude não assusta?

Model

Assusta. Mas há algo mais assustador: carregar sozinho o peso de uma história que poderia libertar outras pessoas se fosse contada. O risco é menor que a responsabilidade.

Inventor

O que a Psicologia ofereceu a Keven que a vida não oferecia?

Model

Linguagem. Contexto. A possibilidade de olhar para o abandono e a violência não como destino pessoal, mas como padrões que podem ser compreendidos, nomeados, transformados. A Psicologia foi a ferramenta que permitiu que ele deixasse de ser apenas vítima de sua história.

Inventor

Quem é o leitor ideal deste livro?

Model

Qualquer pessoa que acordou um dia percebendo que a dor que carrega não precisa ser a pessoa que ela se torna. Mas especialmente aqueles que ainda estão no meio do sofrimento, que precisam saber que há gente que saiu de lá.

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