O ressurgimento do sarampo em São Paulo — com 19 casos confirmados em 2026 — reacende um debate que a saúde pública pensava ter encerrado: a fragilidade das conquistas coletivas diante da queda na cobertura vacinal. A Associação Nacional de Medicina do Trabalho convoca as empresas a assumirem um papel ativo nessa proteção, reconhecendo que o ambiente de trabalho não é uma ilha isolada da comunidade ao redor. Vacinar é, aqui, um ato que transcende o indivíduo — é a arquitetura invisível que sustenta a imunidade coletiva.