Um homem de 33 anos, ainda a recuperar de um enfarte, recebeu a notícia do seu despedimento apenas dois meses após ter sido contratado — num momento em que a lei portuguesa lhe conferia proteção especial. A empresa invocou redução de trabalho, mas abriu de seguida um concurso para o mesmo cargo, criando uma contradição que coloca em causa a legitimidade de toda a decisão. O caso toca numa tensão antiga entre a vulnerabilidade humana e a lógica fria da gestão empresarial, e poderá agora encontrar resposta nos tribunais.
Empresa despede administrativo após enfarte enquanto abre concurso para mesmo cargo
Trabalhador de 33 anos perdeu emprego durante período de recuperação de enfarte, enfrentando instabilidade financeira e emocional numa fase crítica de saúde.