Em três anos e meio de governo Lula, o Brasil adicionou 10,1 milhões de vínculos formais de trabalho — um crescimento de 19,1% que eleva o estoque total a 62,89 milhões de empregos registrados. O avanço, distribuído por todas as regiões, setores, faixas etárias e perfis de escolaridade, sugere uma recuperação ampla do mercado formal, não concentrada em um único segmento. Como tantas vezes na história econômica, os números revelam não apenas política, mas o lento reordenamento das vidas de milhões de pessoas que encontraram, nesse período, um contrato assinado como ponto de apoio.