Emocionado, Lula inaugura campus do IFPE e incentiva jovens: 'Estudem'

Não existe nada impossível quando você acredita e faz
Lula incentivava jovens durante inauguração do campus, conectando sua própria trajetória à possibilidade deles.

Em Paulista, na região metropolitana de Recife, o presidente Lula inaugurou um campus do Instituto Federal de Pernambuco que acolherá mais de mil jovens em formação profissional e tecnológica. Emocionado diante da multidão, ele não falou apenas como chefe de Estado, mas como alguém que conhece, pela própria vida, o que uma sala de aula pode mudar. A cerimônia tocou num ponto antigo e essencial da experiência humana: a educação como passagem entre o que se é e o que se pode vir a ser.

  • Lula chegou a Paulista visivelmente tocado e foi ovacionado por uma multidão que reconhecia no gesto algo além da política — uma promessa concreta de futuro.
  • O campus de 6,4 mil metros quadrados preenche uma lacuna real: jovens da região precisavam se deslocar para ter acesso ao tipo de formação que agora chega até eles.
  • O presidente convocou estudantes a se inscreverem no Enem até 16 de junho, com a meta ambiciosa de bater o recorde histórico de inscrições no exame.
  • Lula narrou sua própria trajetória — o primeiro da família a ter diploma, curso técnico, salário digno — transformando o discurso oficial em testemunho pessoal de mobilidade social.
  • Com 1.125 alunos já matriculados e infraestrutura completa, o campus sinaliza que a expansão da rede federal de educação profissional segue como aposta central do governo.

Quando Lula chegou a Paulista para inaugurar o novo campus do Instituto Federal de Pernambuco, a emoção foi imediata. A ovação da multidão o alcançou de um jeito que vai além do protocolo — e ele respondeu não com discurso de palanque, mas com memória. Contou que foi um curso técnico que mudou sua vida, que foi o primeiro dos nove irmãos a ter um diploma, uma profissão, um salário acima do mínimo. Com isso, pôde ajudar a família. A história era simples, mas carregava o peso de uma transformação real.

Para os jovens presentes, a mensagem era direta: o que aconteceu com ele poderia acontecer com qualquer um deles. Estudar não era luxo — era ferramenta, era a chave para portas que parecem fechadas. E Lula foi além do discurso motivacional: convocou os estudantes a se inscreverem no Enem até 16 de junho, com a meta de alcançar o maior número de inscrições da história do exame, realizado em novembro.

O campus inaugurado tem 6,4 mil metros quadrados — salas de aula, laboratórios, biblioteca, auditório, áreas de convivência — e atende 1.125 estudantes já matriculados em cursos profissionais. Antes, jovens de Paulista precisavam se deslocar para ter acesso a esse tipo de formação. Agora, ela chega até eles. Lula fechava ali um círculo: havia recebido da educação o que ela tem de mais poderoso, e como presidente, abria essa mesma porta para outros.

O presidente Lula chegou a Paulista, na região metropolitana de Recife, para um ato que o tocou profundamente. Estava ali para inaugurar um novo campus do Instituto Federal de Pernambuco, e quando a multidão o ovacionou, a emoção tomou conta. Não era apenas um prédio que se abria naquele dia — era a promessa de futuro para mais de mil jovens que agora tinham acesso a educação profissional, científica e tecnológica em um espaço moderno e equipado.

Lula falou como quem conhece de perto o poder transformador de uma sala de aula. Ele não discursava de longe; contava sua própria vida. Lembrou que foi um curso técnico que o tirou da condição de trabalhador manual para algo maior. Seus oito irmãos viram quando ele se tornou o primeiro da família a ter um diploma primário, depois um curso profissional. E depois disso, tudo mudou. Ele foi o primeiro a ganhar bem mais que um salário mínimo, o primeiro a ter uma televisão, uma geladeira, um carro, uma casa. E com isso, pôde ajudar os irmãos. A história era simples, mas carregava o peso de uma transformação real.

Para os jovens ali presentes, a mensagem era direta: o que aconteceu com ele poderia acontecer com qualquer um deles. Lula insistiu que não existe nada impossível para um ser humano quando ele acredita e age. Estudar, ter uma profissão — isso não era luxo, era ferramenta. Era a chave que abre portas que parecem fechadas.

Mas Lula não parou no discurso motivacional. Ele convocou os estudantes a se inscreverem no Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio. Tinha prazo: até 16 de junho. E tinha um objetivo ambicioso: fazer a maior inscrição que o Enem já havia registrado na história. Não era apenas um número — era uma declaração de que a juventude brasileira queria estudar, queria mudar de vida. O exame seria realizado em novembro, nos dias 5 e 12.

O campus que se inaugurava naquele dia tinha 6,4 mil metros quadrados de infraestrutura. Salas de aula, laboratórios equipados, biblioteca, auditório, áreas de convivência, bloco administrativo, estacionamento. Tudo pensado para receber os 1.125 estudantes que já estavam matriculados em cursos de educação profissional. Era o tipo de estrutura que antes não existia ali, que antes significava que jovens de Paulista precisavam se deslocar para ter acesso a esse tipo de formação.

O que Lula fazia naquele momento era conectar dois fios: sua própria trajetória e a possibilidade aberta para aqueles jovens. Ele havia sido o primeiro de sua família a alcançar algo maior através da educação. Agora, como presidente, abria as portas para que outros pudessem fazer o mesmo. A emoção que sentiu ao ser ovacionado não era vaidade — era o reconhecimento de que estava fechando um círculo, oferecendo a outros o que ele mesmo havia recebido e que havia mudado tudo.

Quando a gente tem uma profissão, a vida muda. Fui o primeiro a ter um diploma primário, o primeiro a fazer um curso técnico. E por conta desse curso, fui o primeiro filho a ter um salário bem maior que um salário mínimo.
— Presidente Lula
Vamos fazer a maior inscrição que o Enem já teve, porque queremos provar que a juventude brasileira quer estudar
— Presidente Lula
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que Lula se emocionou tanto naquele momento? Não era apenas uma inauguração de prédio.

Model

Porque ele estava vendo sua própria história refletida naquele lugar. Um curso técnico transformou sua vida. Agora ele abria as portas para que mil jovens tivessem a mesma oportunidade que ele teve.

Inventor

Mas por que insistir tanto no Enem? Por que aquele objetivo de bater recorde de inscrições?

Model

Porque inscrição é intenção. É jovem dizendo sim, eu quero tentar, eu quero mudar. Um recorde de inscrições no Enem é um recorde de esperança.

Inventor

Ele contou sua história pessoal — primeiro diploma, primeiro curso técnico. Isso não é arriscado? Parecer que está falando de si mesmo?

Model

Não quando a história é verdadeira e serve como ponte. Lula não estava se vangloriando. Estava dizendo: olhem, eu era como vocês, e isso funcionou. Se funcionou comigo, pode funcionar com vocês.

Inventor

O campus tem 1.125 estudantes já. Qual é o impacto real disso para Paulista?

Model

Significa que jovens que antes precisavam sair da cidade para estudar profissão agora ficam. Significa economia local, significa que a mobilidade social não é mais um privilégio de quem pode se deslocar.

Inventor

Ele disse que ajudou seus irmãos depois que melhorou de vida. Isso é central na mensagem?

Model

Totalmente. Porque mostra que educação não é apenas para o indivíduo. É para a família, para a comunidade. Quando um sobe, puxa os outros.

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