Enquanto o mundo emergente acumula bilhões em capital estrangeiro pela sexta semana consecutiva, o Brasil trilha um caminho inverso — perdendo US$ 4,3 bilhões em quatro semanas em meio a juros altos, incerteza eleitoral e uma desconfiança que nem valuations descontados conseguem desfazer. É o retrato de um país que, por ora, o capital prefere observar de longe, enquanto Coreia e Taiwan colhem os frutos da era da inteligência artificial. A história de 2026 começou promissora para o Brasil, mas o presente conta outra narrativa.