Na quarta-feira à noite, a Lua cobrirá o Sol numa dança que os humanos observam há milénios — mas desta vez o fenómeno chega ao final da tarde, quando a natureza já se prepara para o repouso. O investigador Rui Agostinho, da Universidade de Lisboa, lembra que o momento do eclipse determina o seu impacto: animais e luz já esperavam a escuridão, mas os olhos humanos — especialmente os das crianças — permanecem vulneráveis ao que não se vê nem se sente.
Eclipse de quarta-feira terá impacto menor nos animais por ocorrer ao final da tarde
Crianças correm maior risco de lesão ocular ao observar o eclipse sem proteção adequada.